
Proseamos, rimos, olhamo-nos, tocamo-nos, afastamo-nos assustados, observamo-nos, fingimos não nos ver, ouvimo-nos, deslumbramo-nos, desejamo-nos, separamo-nos.
Uma noite de estrelas sob campos desnudos que nada significara. Não trocamos verdades, nem mentiras, apenas a estranha vontade de romper limites.
Agora. Gosto de observá-lo. Parado. Seus olhos sedentos de observações, sua mente fervilhando de idéias, nossos corpos cheio de desejos.
Você, circunspecto.
Às vezes, me sorri; um riso desconc(s)ertado, deconfortável, vívido.
Eu, circunstante.
Público querendo fazer parte da cena.
3 comentarios:
Que bom que alguma coisa resignificou, Sol Negro.
Como te achei?
Olhando para o céu...
Beijos,
Marcelo.
a orquestra dos sentidos em sorrisos.
confortante...
beijos, moça.
[e que venham mais apresentações]!!!
\o/
muito bem,
é assim mesmo, vai e volta sem nosso controle!
o pior, ou o melhor, é que as vezes parece uma sina esse negocio de escrever, rsrs...
que continue significando, e de forma tão aprazivel como esse.
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