martes, enero 23, 2007

Balthus e Noite Severina

Balthus
Noite SeverinaNey Matogrosso e Pedro Luis e a Parede
Composição: (Lula Queiroga / Pedro Luís)

"Corre calma Severina noite
De leve no lençol que te tateia a pele fina
Pedras sonhando pó na mina
Pedras sonhando com britadeiras
Cada ser tem sonhos a sua maneira
Cada ser tem sonhos a sua maneira
Corre alta Severina noite
No ronco da cidade uma janela assim acesa
Eu respiro seu desejo
Chama no pavio da lamparina
Sombra no lençol que tateia a pele fina
Sombra no lençol que tateia a pele fina
Ali tão sempre perto e não me vendo
Ali sinto tua alma flutuar do corpo
Teus olhos se movendo sem se abrir
Ali tão certo e justo e só te sendo
Absinto-me de ti, mas sempre vivo
Meus olhos te movendo sem te abrir
Corre solta suassuna noite
Tocaia de animal que acompanha sua presa
Escravo da sua beleza
Daqui a pouco o dia vai querer raiar "

4 comentarios:

yara b . dijo...

ahhhh!

venâncio tava tocando essa música agorinha aqui em casa.

^^

carolina dijo...

"Ali tão sempre perto e não me vendo
Ali sinto tua alma flutuar do corpo
Teus olhos se movendo sem se abrir
Ali tão certo e justo e só te sendo
Absinto-me de ti, mas sempre vivo
Meus olhos te movendo sem te abrir"

suhelen dijo...

ain, hérika... a música q perpetua em minha mente desde aqueles [últimos e recentes] dias...

"cada ser tem sonhos a sua maneira..."

"ali tão sempre perto e não me vendo..."

ain!

bjos! dolu tu!

bruno dijo...

amanhecer massa, sons da manhã, pássaros acordam. balthus sabe o que é transmitir pelo traço. beijos